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Programação
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quinta-feira
28/10
15h
Litigância estratégica na defesa de causas: ações inovadoras para organizações da sociedade civil
#A5C61F
O país vive um contexto atual no qual a atuação da sociedade civil organizada é colocada em xeque pelo governo federal. Ao mesmo tempo, em temas como direitos humanos e meio ambiente, observamos muitas violações a legislações nacionais e internacionais provocadas por órgãos públicos, muitas vezes não acompanhadas da devida punição e do cumprimento do papel das instituições democráticas. A litigância estratégica tem sido frequentemente usada por algumas organizações para fazer frente a esse contexto. Que estratégias para defender causas sociais e ambientais a sociedade civil pode utilizar nesse contexto? De que forma as organizações devem ser organizar para isso? Que exemplos bem-sucedidos, nacionais e internacionais, podemos citar?
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terça-feira
02/11
15h
Vozes da Moda – Os desafios para implantar um projeto coletivo de costureiras em SP
#0E85C1
Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.
Nesse sentido, este bate-papo com Sergio Miletto, presidente da Associação Latino-americana de Micro, Pequena e Médias Empresas Brasil (ALAMPYME – BR) irá abordar os desafios para implantar um projeto coletivo de costureiras em SP.
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quinta-feira
04/11
15h
Ball Corporation oferece: Iniciativas que visam transformar Fernando de Noronha em um modelo de sustentabilidade
#910082
O arquipélago de Fernando de Noronha, distrito de Pernambuco, é reconhecido internacionalmente pelas belezas naturais, diversidade de espécies marinhas e de aves. É reconhecido também como Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO.
Além disso, a Ilha tem avançado em diversas frentes para se tornar um modelo em sustentabilidade. Há progressos inclusive na legislação, com a criação de decretos como Plástico Zero, que impede o uso de plásticos descartáveis no local, além do arquipélago também ter a primeira lei do Brasil que estipula a meta de carbono neutro até 2030.
Recentemente, diversas iniciativas do poder público e do setor privado têm colaborado com o esforço de Fernando de Noronha para a construção de um espaço de convivência sustentável. Essas iniciativas estimulam um modelo de vida com maior respeito e valorização ao meio ambiente, não só para moradores, mas também para turistas que frequentam a ilha. Ao formar uma rede de aprendizado e estímulo ao consumo consciente, o objetivo é implementar uma economia circular, em direção a um planeta cada vez mais saudável.
Olhando para este cenário, quais são as iniciativas em curso em favor da conservação de Noronha? Qual é a importância dessas ações e por quê? Quais são os desafios, as fases de implementação e o que se espera de impactos positivos gerados pelos projetos no futuro?
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quinta-feira
04/11
17h
Quadro Bioma Pantanal: Regime hidrológico
#0E85C1
A atividade é parte de um quadros educativo, oferecida pela Marfrig, com 4 episódios sobre o bioma, em que vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.
O Pantanal, também chamado de “o reino das águas”, é a maior área úmida continental do planeta. O sistema ainda mantém parte considerável da sua cobertura vegetal nativa, garantindo a sobrevivência de espécies que, em outros biomas, já estão em franco processo de extinção.
O Pantanal é um grande mosaico. Com uma cobertura de vegetação não homogênea, encontramos lá as características da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e do Chaco boliviano. Essa mistura cria as condições ideais para a existência de uma rica biodiversidade, considerada pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural da Humanidade.
O ciclo das águas rege o Pantanal e interconecta as formas de vida na região. O regime anual de cheias e secas fomenta o suporte sistêmico necessário para garantir a cadeia alimentar dos animais pantaneiros, ofertando abundância de recursos e alimentos. Ainda, garante as condições para a sobrevivência das populações ribeirinhas e da economia da região.
O Pantanal se torna, assim, morada de cerca de 4.700 espécies conhecidas, entre animais e plantas. Os registros contam 263 espécies de peixes, 113 de répteis, 41 de anfíbios, 463 de aves, 1.032 de borboletas e 132 espécies de mamíferos, duas delas, endêmicas.
O bioma é de fundamental importância para o equilíbio ecossistêmico, para a economia, para o Brasil e para os países vizinhos alcançados por sua extensão. Com um equilíbrio ecossistêmico muito frágil, porém, os desafios enfrentados pelo Pantanal para sua preservação têm se intensificado nas últimas décadas. Queimadas, que abrem espaço à força para a pecuária extensiva, e a monocultura e a construção de numerosas barragens, colocam em risco a sobrevivência dos animais e comunidades e causam mudanças profundas e irreparáveis.
O Pantanal abriga também atividades econômicas como o turismo, atividades pesqueiras e agropecuárias, que devem coexistir com os ecossistemas pantaneiros, em um regime cooperativo que favoreça a preservação e o desenvolvimento econômico sustentável da região.
Esta série sobre abordará quatro aspectos do bioma Pantanal : o regime hidrológico, a biodiversidade, as ameaças e a economia.
Vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.
O ciclo das águas no Pantanal, que alterna períodos de cheia e de seca, garante a renovação e a cadeia alimentar da fauna e da flora, além de também possibilitar que as comunidades pantaneiras se aproveitem dos serviços ambientais que sustentam a atividade social e econômica da região.
O equilíbrio do sistema, no entanto, é frágil e hoje enfrenta os desafios imposto pelas mudanças climáticas, pela previsão da instalação de mais de cem centrais hidrelétricas na região e,também, pelo desmatamento da Amazônia – de quem o Pantanal depende para regular seus ciclos de águas, através do fenômeno chamado de rios voadores.
Este episódio tem o objetivo de apresentar o funcionamento do regime hidrológico do Pantanal. Além disso, como essas mudanças podem afetar e transformar o Pantanal da maneira como o conhecemos, causar impactos profundos irreversíveis e quais os caminhos para a preservação das águas.
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quinta-feira
04/11
17h
AngloAmerican oferece: como as empresas estão atuando pela mitigação de GEE?
#910082
O objetivo do painel é dialogar sobre como as empresas estão atuando para mitigar as emissões de GEE.
Em novembro deste ano será realizada a COP26, em Glasgow, na Escócia. O encontro de líderes mundiais será mais uma tentativa de fazer com que os compromissos climáticos assumidos no Acordo de Paris, em 2015, sejam cumpridos, para manter o aquecimento global abaixo de 2 ºC, preferencialmente em 1,5 ºC, em relação aos níveis pré-industriais, e reforçar a capacidade dos países de responder ao desafio, nos parâmetros do desenvolvimento sustentável. As empresas são responsáveis pela emissão de grande parte do volume de GEE e, segundo o último relatório do IPCC, a ação humana é o principal fator que promove o aquecimento global e é necessário o aumento da ambição climática. Eventos climáticos extremos são cada vez mais comuns, tanto em frequência, quanto em capacidade destrutiva. Já não basta reduzir as emissões, mas devemos reduzir pelo menos à metade as emissões totais até o final de 2030, para que tenhamos uma chance mínima de atingir essa meta. Qual é o papel das empresas nesse contexto e como tem sido sua atuação pela redução das emissões? Como garantir que as metas de redução sejam atingidas? Quais são as dificuldades? Quais são os ganhos sociais, econômicos e ambientais esperados, com base nessa atuação?
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terça-feira
09/11
17h
ICTS Protiviti oferece: Maturidade ESG das organizações brasileiras – onde estamos e o que precisamos fazer
#EF2252
Nesta atividade, Daniela Coelho, diretora Associada da consultoria ICTS Protiviti, trará reflexões sobre o resultado de uma pesquisa inédita, conduzida pela ICTS Protiviti, que demonstra o nível de maturidade em ESG nas organizações brasileiras. Serão abordados os principais pilares que fazem parte de uma jornada em ESG, ressaltando as oportunidades que as organizações possuem para evoluírem em suas agendas de sustentabilidade.
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quinta-feira
11/11
17h
Marfrig oferece: Desenvolvimento sustentável - a jornada da pecuária rumo ao uso racional de recursos naturais
#FF8500
A atividade pecuária responde por uma parcela significativa do uso de recursos hídricos, do solo, da agricultura – que, no país, produz majoritariamente grãos para alimentação de animais no país - e também é responsável por um volume considerável das emissões de carbono. A atividade, no entanto, pode se tornar mais produtiva, rentável e sustentável, através de práticas da pecuária sustentável, que preconizam o uso mais efetivo, inteligente e tecnológico dos recursos disponíveis. A pecuária que maximiza o uso sustentável dos recursos garante a perenidade dos negócios, a resiliência do sistema de produção de alimentos e a redução das emissões de carbono, em um momento em que o último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima indica que já estamos próximos do ponto de não-retorno no aquecimento global, ameaçando a sobrevivência e os ecossistemas na Terra. O desafio é um melhor aproveitamento do solo hoje ocupado pela pecuária, e dos recursos naturais e hídricos disponíveis, resultando em mais produtividade e mais conservação. Nesse cenário, quais são as práticas que favorecem a pecuária sustentável, quais são os ganhos para a sociedade, para os produtores e o que falta para que essas iniciativas ganhem escala e efetivamente representem ganhos sociais e ambientais na produção brasileira? Quais são as alternativas para uma melhor administração e uso eficiente dos recursos, que podem fortalecer o setor, garantir a perenidade nos negócios e até maximizar os lucros?
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terça-feira
16/11
15h
Quadro Bioma Pantanal: Ameaças e Conservação
#A5C61F
A atividade é parte de um quadros educativo, oferecida pela Marfrig, com 4 episódios sobre o bioma, em que vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.
O Pantanal, também chamado de “o reino das águas”, é a maior área úmida continental do planeta. O sistema ainda mantém parte considerável da sua cobertura vegetal nativa, garantindo a sobrevivência de espécies que, em outros biomas, já estão em franco processo de extinção.
O Pantanal é um grande mosaico. Com uma cobertura de vegetação não homogênea, encontramos lá as características da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e do Chaco boliviano. Essa mistura cria as condições ideais para a existência de uma rica biodiversidade, considerada pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural da Humanidade.
O ciclo das águas rege o Pantanal e interconecta as formas de vida na região. O regime anual de cheias e secas fomenta o suporte sistêmico necessário para garantir a cadeia alimentar dos animais pantaneiros, ofertando abundância de recursos e alimentos. Ainda, garante as condições para a sobrevivência das populações ribeirinhas e da economia da região.
O Pantanal se torna, assim, morada de cerca de 4.700 espécies conhecidas, entre animais e plantas. Os registros contam 263 espécies de peixes, 113 de répteis, 41 de anfíbios, 463 de aves, 1.032 de borboletas e 132 espécies de mamíferos, duas delas, endêmicas.
O bioma é de fundamental importância para o equilíbio ecossistêmico, para a economia, para o Brasil e para os países vizinhos alcançados por sua extensão. Com um equilíbrio ecossistêmico muito frágil, porém, os desafios enfrentados pelo Pantanal para sua preservação têm se intensificado nas últimas décadas. Queimadas, que abrem espaço à força para a pecuária extensiva, e a monocultura e a construção de numerosas barragens, colocam em risco a sobrevivência dos animais e comunidades e causam mudanças profundas e irreparáveis.
O Pantanal abriga também atividades econômicas como o turismo, atividades pesqueiras e agropecuárias, que devem coexistir com os ecossistemas pantaneiros, em um regime cooperativo que favoreça a preservação e o desenvolvimento econômico sustentável da região.
Esta série sobre abordará quatro aspectos do bioma Pantanal : o regime hidrológico, a biodiversidade, as ameaças e a economia.
Vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.
Diversos fatores colocam em risco o equilíbrio ecossistêmico do Pantanal, que garante a sobreviência da fauna, da flora e das populações pantaneiras. Queimadas e desmatamento, motivados pela abertura de pastos para a pecuária extensiva e monoculturas, além da instalação de centrais hidrelétricas – sem estudos robustos de impacto ambiental, efeitos da devastação amazônica e eventos climáticos extremos são alguns destes fatores.
Todos esses fatores causam a destruição do bioma e geram perdas sociais e econômicas.
Este é o segundo episódio do quadro e tem o objetivo de apresentar a importância de se barrar esse processo de deterioração do bioma e as estimativas de perdas em serviços ambientais prestados pelo Pantanal.
Falará, também, quais são as iniciativas de preservação e o papel de cada um dos setores – sociedade civil, população, poder público e empresas na preservação do Pantanal?
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terça-feira
16/11
17h
Vozes da Moda – Entendendo as necessidades do território, como inovar no polo têxtil?
#A5C61F
Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.
Esse bate-papo com Juliana Costa, sócia da Babilônia Industria e Comércio de Confecções irá abordar as necessidades do território, e a necessidade de inovação no polo têxtil.
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quinta-feira
18/11
16h10
AngloAmerican oferece: Diversidade e inclusão no setor de mineração
#0E85C1
O objetivo do painel é dialogar sobre diversidade e inclusão no setor de mineração. É imprescindível que os quadros das empresas representem a diversidade (origens, etnias, gêneros, crenças, orientações sexuais, deficiências, idades, etc.) da sociedade e da força de trabalho. Nesse contexto, a diversidade e a inclusão tornam as empresas mais plurais e democráticas, trazem benefícios para a organização, aos trabalhadores e representam um diferencial competitivo, pois equipes diversas são capazes de refletir sob pontos de vista diferentes para a construção de soluções inovadoras. Para além das equipes, essa representatividade também precisa estar constituída nos cargos de liderança das empresas. Segundo o movimento Women in Mining Brasil, o número de mulheres no setor da mineração brasileira é de 13%, 54% das organizações não comunicam publicamente informações sobre a composição da sua força de trabalho e dos seus objetivos de diversidade e 50% das organizações não analisam seus dados sobre demografia, remuneração, recrutamento e promoções para remover vieses e informar programas. Como as empresas do setor de mineração estão trabalhando para a promoção da diversidade e inclusão? Quais os principais desafios? Como o setor e mineração está atuando para atrair, formar e desenvolver talentos com o foco na promoção da diversidade e inclusão?
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terça-feira
23/11
15h
ICTS Protiviti oferece: Riscos, Compliance e Materialidade – GRC e ESG estão falando a mesma língua?
#910082
Nesta atividade Jefferson Kiyohara, diretor de Compliance e Sustentabilidade da ICTS Protiviti, trará uma reflexão sobre a necessidade de conexão das práticas GRC e ESG das organizações, explorando também os pontos em comum da matriz de materialidade e da matriz de riscos.
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terça-feira
23/11
17h
Hydro oferece: Direitos Humanos - olhar para a cadeia de valor
#910082
A promoção dos direitos humanos na cadeia de valor deve ser fundamental na condução de atividades produtivas e de empresas.
Neste talk, Fádwa Andrade, da Hydro, conta um pouco de porque os direitos humanos são tão importantes para proteger as comunidades, os territórios e também os ganhos com esta abordagem, a partir da perspectiva empresarial.
O due dilligence, o desenvolvimento de um masterplan e o desdobramento de ações focadas em direitos humanos na cadeia de valor são parte de um plano múltiplo e abrangente na condução de operações social e ambientalmente responsáveis.
REALIZAÇÃO
PATROCÍNIO OURO
PATROCÍNIO BRONZE
PLAYER MENSAL
TRANSPORTADORA OFICIAL
PARCERIA INSTITUCIONAL
PARCERIA ESTRATÉGICA
APOIO INSTITUCIONAL

Sobre
O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público cuja missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.


























