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Programação

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terça-feira

05/10

15h

Violência política contra mulheres

#EF2252

A violência política contra mulheres é usada para manter as mulheres afastadas do exercício pleno da política. Este tipo de violência assume diversas formas, que vão, de campanhas misóginas e de ódio online, a barreiras para a participação de mulheres em eleições e na vida pública e agressões físicas e riscos à integridade. No Brasil, a violência política contra mulheres também inclui o uso de candidatas “laranja” pelos partidos para, tanto burlar a cota de candidatas, como para usar ampliar os recursos do fundo eleitoral que são, então, destinado a candidatos homens.

Em comum, todas as formas de violência política contra mulheres partem de um mesmo princípio e objetivo: manter as mulheres segredadas ao espaço doméstico e fora da vida pública e política, espaços em que a presença de homens ainda é predominante. Os homens são vistos como os detentores do direito e da propriedade para ocupar estes lugares.

A violência política contra mulheres contribui fortemente para a desigualdade de gênero na sociedade e para o distanciamento dos ideais democráticos de representatividade.

Nesse contexto, quais os caminhos para que partidos, sociedade e o poder público podem tomar para acabar com o uso de violência política contra mulheres como um instrumento político? Como garantir o aumento da participação de mulheres na vida política e democrática do país? Quais as expectativas de ganhos com a Lei 14.192, que dispõe sobre a violência política contra mulheres?

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terça-feira

05/10

17h

Arte: curadores negros e as novas histórias e olhares

#EF2252

A História contada pelas artes não é neutra. Ela se faz a partir dos olhos de quem a produz e promove, e pode tanto reproduzir assimetrias de poder e desigualdades, como servir de instrumento para trazer perspectivas não-hegemônicas e não-eurocêntricas, que contribuem para a formação de uma sociedade mais plural, menos desigual e antirracista.

Com isso, quais são os desafios dos curadores negros e como está, hoje, a receptividade do público e das instituições para que ocupem os espaços expositivos? Como fazer da curadoria também um instrumento político e de resistência?

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quinta-feira

07/10

16h10

Itaú oferece: As finanças dos brasileiros e seus desafios – questões estruturais x individualizadas

#FF8500

O objetivo da atividade é fazer um diálogo sobre as finanças dos brasileiros e seus desafios. A pandemia do Covid-19 afetou duramente a economia e a sociedade como um todo, incluindo as finanças das empresas, as finanças das famílias e pessoais. Além disso, historicamente a relação dos brasileiros com o dinheiro sempre foi um tabu. Visando entender melhor a relação dos brasileiros com o dinheiro e os impactos da pandemia nessa relação, o Itaú-Unibanco em parceria com o Datafolha e a consultoria Box1824 realizaram a pesquisa Dinheiro Tabu 2.0, estudo com pessoas de diferentes classes sociais em todo país com o objetivo de entender as barreiras emocionais e culturais que as pessoas enfrentam no cuidado com as finanças e conhecer mais detalhes sobre a jornada de emancipação financeira dos brasileiros.

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quinta-feira

07/10

17h20

A linha de frente “invisível” no combate ao Covid-19: riscos e aprendizados para o setor de limpeza

#FF8500

Em tempos de pandemia, muitos dos olhares se voltam para profissionais da saúde e de setores essenciais. Porém, para que os ambientes de trabalho fossem adequados à crise sanitária, um setor foi e é essencial, o setor de limpeza profissional e facilities. O objetivo do painel é responder a questões importantes que surgiram na pandemia: Quais foram os principais riscos que os trabalhadores desse setor tiveram que enfrentar? Que adaptações foram necessárias para que esses trabalhadores pudessem exercer sua profissão com segurança? E quais os aprendizados que ficarão no pós-pandemia em relação à importância do setor e a mudança de paradigmas sobre o tema de salubridade no local de trabalho?

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terça-feira

12/10

15h

Lançamento do Guia prático para empresas: Como exercer a responsabilidade social na contratação de pessoas migrantes e refugiadas?

#A5C61F

Ao longo de 2020 e 2021 o Instituto Ethos e a ONG Visão Mundial, no âmbito do projeto “Ven, tú puedes?” veem dialogando com as empresas sobre o importante papel desse setor na (re) inserção de pessoas migrantes e refugiadas no mercado de trabalho.

Falamos anteriormente que esse grupo social ainda é um dos que menos tem acesso às políticas de diversidade e inclusão das empresas por uma série de fatores e dentre eles, a ausência de informação e preparo para não só incluir, mas acolher e desenvolver os talentos que chegam.

E após diversos espaços de escuta com as empresas, percebemos os principais gargalos para a não contratação de pessoas migrantes e refugiadas e a partir desse levantamento, decidimos produzir um Guia prático para as empresas, ensinando vocês a como contratar pessoas migrantes e refugiadas. Quais os principais passos, etapas, processos, o que já temos de boas práticas para que não haja mais “desculpas” para a não contratação.

E para falar mais sobre a importância desse instrumento e até resgatar o seu processo de construção, gostaria de contar com a participação do diretor presidente do Instituto Ethos Caio Magri e o Diretor de operações da Visão Mundial no Brasil, Thiago Machado.

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terça-feira

12/10

17h

Está faltando verde – Por um Reforma Tributária Sustentável

#A5C61F

O Congresso está debatendo nesse momento propostas para uma reforma tributária. Entretanto, pouco foco é dado à importância de considerar princípios de sustentabilidade. Pensando nisso, um grupo de organizações da sociedade civil elaborou nove propostas para uma reforma tributária sustentável, que aponte para um sistema com regras simples, socialmente justo, com uma diminuição gradativa de incentivos injustificáveis e carga tributária e que, ao mesmo tempo, nos permita transitar para uma economia de baixas emissões de carbono, que gere novos e mais empregos e bem-estar à população. Qual a situação atual do debate da reforma tributária no Congresso? O que o texto base hoje aborda em relação à sustentabilidade? Quais as estratégias necessárias para que esses pontos sejam considerados no projeto de lei?

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quinta-feira

14/10

15h

Vozes da Moda – Agreste 2030: As condições de vida e trabalho das Mulheres Costureiras e Artesãs no Pólo de Confecção no Agreste de Pernambuco

#0E85C1

Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.

Nesse sentido, este painel busca analisar as políticas públicas de emprego, trabalho e renda, com um olhar mais direcionado para a questão de gênero, desenvolvidas no Pólo de Confecção do Agreste de Pernambuco, em especial nos municípios de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru sob a percepção de mulheres engajadas no compromisso diário do trabalho.

Estas regiões se constituem com base no trabalho informal, precário e a princípio sem a intervenção do Estado. A atividade da “sulanca”, que surgiu na década de 1950, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, formando um aglomerado produtivo, hoje passou à denominação de Pólo de Confecção do Agreste de Pernambuco, sendo responsável por uma das maiores movimentações econômicas do Estado. A produção e comercialização de itens de confecção tem se constituído na principal atividade da região do Agreste, gerando fluxos migratórios de pessoas de outras localidades em busca de oportunidades de trabalho. Um misto de dinamismo econômico associado ao trabalho informal e precário constitui um desafio para o poder público, no sentido de pensar políticas públicas de Emprego, Trabalho e Renda que atuem na perspectiva de superar tal condição precária, neste caso com particular destaque para as mulheres. O painel trata das possibilidades ensejadas por tais políticas e como os agentes envolvidos no processo podem atuar conjuntamente para a melhoria dessas condições.

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quinta-feira

14/10

17h

Equinor oferece: Transição energética no setor de Energia

#0E85C1

O objetivo do painel é discutir sobre como as empresas do setor de Energia estão trabalhando a transição energética. Vivemos a expectativa de uma retomada da economia pós pandemia. Ao mesmo tempo, temos vivenciado os efeitos das mudanças climáticas e do aquecimento global. Cientistas e pesquisadores estão muito receosos quanto a essa retomada, pois certamente teremos um aumento pela demanda de recursos e nas emissões de gases que provocam o efeito-estufa. O momento que vivemos nos força a repensar o futuro de muitas indústrias, entre elas o setor de Energia. É preciso aumentar a produtividade, construir uma indústria mais resiliente e continuar contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico. Ao mesmo tempo, é essencial atingir metas de redução de emissões e migrar efetivamente para uma indústria de baixa ou zero emissões de carbono, baseada em fontes renováveis.

Como as empresas do setor estão trabalhando essa migração? Qual o papel da tecnologia nesse processo? Quais as metas e os desafios? Como podemos agilizar esta transição?

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terça-feira

19/10

15h

Vozes da Moda – Informalidade, condições de trabalho e atuação sindical no ramo do vestuário

#910082

Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.

Nesse sentido, este bate-papo com Cida Trajano dos Santos, presidente da Confederação Nacional das Trabalhadoras/es do Ramo do Vestuário da CUT (CNTRV) irá abordar temas como informalidade, condições de trabalho e atuação sindical no ramo do vestuário.

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terça-feira

19/10

17h

Quadro Bioma Pantanal: Biodiversidade

#910082

A atividade é parte de um quadros educativo, oferecida pela Marfrig, com 4 episódios sobre o bioma, em que vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.

O Pantanal, também chamado de “o reino das águas”, é a maior área úmida continental do planeta. O sistema ainda mantém parte considerável da sua cobertura vegetal nativa, garantindo a sobrevivência de espécies que, em outros biomas, já estão em franco processo de extinção.

O Pantanal é um grande mosaico. Com uma cobertura de vegetação não homogênea, encontramos lá as características da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e do Chaco boliviano. Essa mistura cria as condições ideais para a existência de uma rica biodiversidade, considerada pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural da Humanidade.

O ciclo das águas rege o Pantanal e interconecta as formas de vida na região. O regime anual de cheias e secas fomenta o suporte sistêmico necessário para garantir a cadeia alimentar dos animais pantaneiros, ofertando abundância de recursos e alimentos. Ainda, garante as condições para a sobrevivência das populações ribeirinhas e da economia da região.

O Pantanal se torna, assim, morada de cerca de 4.700 espécies conhecidas, entre animais e plantas. Os registros contam 263 espécies de peixes, 113 de répteis, 41 de anfíbios, 463 de aves, 1.032 de borboletas e 132 espécies de mamíferos, duas delas, endêmicas.

O bioma é de fundamental importância para o equilíbio ecossistêmico, para a economia, para o Brasil e para os países vizinhos alcançados por sua extensão. Com um equilíbrio ecossistêmico muito frágil, porém, os desafios enfrentados pelo Pantanal para sua preservação têm se intensificado nas últimas décadas. Queimadas, que abrem espaço à força para a pecuária extensiva, e a monocultura e a construção de numerosas barragens, colocam em risco a sobrevivência dos animais e comunidades e causam mudanças profundas e irreparáveis.

O Pantanal abriga também atividades econômicas como o turismo, atividades pesqueiras e agropecuárias, que devem coexistir com os ecossistemas pantaneiros, em um regime cooperativo que favoreça a preservação e o desenvolvimento econômico sustentável da região.
Esta série sobre abordará quatro aspectos do bioma Pantanal : o regime hidrológico, a biodiversidade, as ameaças e a economia.

Vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.

A biodiversidade pantaneira apresenta riqueza de fauna e flora.
O barramento de rios, a perda de vegetação nativa, a mudança do clima e atividades econômicas predatórias são ameaças determinantes para a sobreviência do ecossistema, que podem levar à extinção de espécies e à impossibilidade de subsistência para as comunidades pantaneiras integradas ao sistema.

Este episódio tem o objetivo de apresentar as características da fauna e flora pantaneiras, como o ecossistema se organiza a partir do regime das águas e quais são as necessidades e as iniciativas de preservação em curso.

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quinta-feira

21/10

16h10

Ball Corporation oferece: A pandemia e a promoção da equidade de gênero nas empresas

#EF2252

O objetivo da atividade é fazer um diálogo sobre a equidade de gênero nas empresas e seu contexto na pandemia. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), produzida pelo IBGE, no primeiro trimestre de 2021, 54,5% das mulheres estavam desocupadas, em relação a taxa de 45,5% de desocupação entre os homens. Isso representa um retrocesso de mais de 30 anos no Brasil, retornando aos números da década de 1990.

As meninas e mulheres foram as mais atingidas pela pandemia, além de perderem seus empregos ainda assumiram uma carga grande de trabalhos e afazeres domésticos. Além disso, as mulheres são mais propensas a aceitar trabalhos precarizados, onde possuem pouco, ou nenhum benefício ou segurança trabalhista. Nesse contexto, gerar oportunidades e criar um ambiente inclusivo é o caminho para reinserir essas mulheres, cujas carreiras foram afetadas pela pandemia, no mercado de trabalho. Ampliar a presença delas em diferentes funções, cargos e níveis hierárquicos é extremamente urgente e necessário. Muitas empresas, cientes de sua força transformadora, vem trabalhado para desenvolver ambientes mais inclusivos onde seus funcionários possam prosperar. Além disso, já foi comprovado que a diversidade entre indivíduos e as equipes ajuda a revelar ideias e estimula a inovação, promovendo o crescimento e o valor em toda a organização. Como as empresas estão trabalhando para mudar essa situação e promover a equidade de gênero? Quais são as alternativas para avançar na recuperação do emprego para as mulheres? Como a educação e a capacitação podem ser ferramentas importante para a promoção da equidade de gênero?

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terça-feira

26/10

15h

AngloAmerican oferece: Autoprodução de energia renovável na mineração

#FF8500

Essa atividade é uma apresentação sobre a atuação da mineradora AngloAmerican para se tornar a primeira unidade do grupo no mundo a ser autoprodutora de energia e que visa atingir a meta de utilizar 100% de energia renovável em suas operações no Brasil até 2022. Cientistas estimam que já atingimos a maior temperatura do planeta dos últimos 120.000 anos, e ela continua subindo. O aquecimento global ocasionado principalmente pela emissão de gases provenientes da queima de combustíveis fósseis e do desmatamento, podem causar danos irreversíveis, e ameaçam todas as formas de vida do planeta.

Nesse contexto, como a empresa está trabalhando essa migração, passando de uma matriz energética focada nos combustíveis fósseis para uma com baixa ou zero emissões de carbono, baseada em fontes renováveis? Qual o papel da tecnologia nesse processo? Quais são os desafios? Como podemos agilizar esta transição? Como as ações da AngloAmerican podem influenciar outras empresas do setor?

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Sobre

O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público cuja missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.

www.ethos.org.br

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